A sinceridade faz amigos.
A falsidade faz inimigos.
Depende de nós
Ter amigos ou inimigos.
É livre a nossa opção.
A falsidade muda o amigo em inimigo.
A sinceridade faz do inimigo um amigo.
É melhor ser brutalmente sincero do que covardemente fingido.
Quem tem um amigo é feliz
Na vida - autenticidade.
No amor - sinceridade.
É preferível viver assim, amar assim, sofrer assim, esperar assim.
quinta-feira, outubro 18, 2007
sexta-feira, outubro 12, 2007
Enquanto tu não chegas... (amor perdido...)
Enquanto tu não chegas, vou fazendo a única coisa que me resta: esperar. Esperar por ti, pelo teu sorriso, pela tua alegria, pelos teus braços fortes e aconchegantes. E até lá, vivo. Com alegria, descansa. Sonhando de olhos abertos e esperando de olhos fechados, na esperança que apareças em qualquer lugar, em qualquer sítio e que passemos então a sonhar...Lado a lado, como diz a canção.
Mas, como os caminhos da vida nem sempre são fáceis, mas pelo contrário tumultuosos e cheios de bifurcações, demoras. Eu não me preocupo, sei que chegas, mas já sinto a saudade. Sabes que se sente saudade, até do que nunca se teve?
Mesmo quando tudo parece perfeito e completo, fazes falta. Ocupas um lugar que é só teu e nem a maior alegria faz desaparecer o teu espaço.
Demoras de mais, sabes? Existem dias, que parece que estás a chegar...mas outros...Onde vens afinal? Não sei. Será que tu sabes onde estás? Penso que não. Andas perdido. Perdido de ti...perdido de mim. Vais conseguir encontrar a tua rota? Não sei, mas existem coisas em que não te posso ajudar. Esta é uma delas...encontrares o teu caminho. Será que ele te trará até mim?
segunda-feira, outubro 08, 2007
Razão de Amar
Razão de Amar
Uma vez amei, julguei que me amariam,
Mas não fui amado.
Não fui amado pela única grande razão –
Porque não tinha que ser.
Alberto Caeiro
Uma vez amei, julguei que me amariam,
Mas não fui amado.
Não fui amado pela única grande razão –
Porque não tinha que ser.
Alberto Caeiro
Talvez devêssemos ler novamente o poema. E tirar dele o sentido das suas palavras, é esta a magia das palavras, que juntas, nos tocam o coração e muitas vezes reflectem a nossa vida.
Males de Amor. Quem não os tem? Toda a gente que já viveu, todos nós que ainda estamos vivos. Mas que também sofremos e às vezes não é pouco.
Muitas vezes, sofremos a rejeição e nessas alturas, em que a dor nos toma os dias e as horas, perguntamo-nos: Porquê? Porque não? O que fiz, o que o outro fez, qual a conjuntura, terá sido o timing? O clima? A minha personalidade? O que fiz de mal, onde errei? Fui a vítima, ou pelo contrário o culpado(a)?
Talvez nada disto. Aconteceu assim. Existiu uma única razão de ser: Não tinha que ser. É o destino, o Fado, ou qualquer outro nome ou adjectivo, mas o fim último é o mesmo. Não deu certo. Não foi desta vez.
Não faz mal, ou melhor faz. Dói, mas passa. Sempre passa. Um dia, não sabemos bem quando, ou onde, deixa de doer. Passa a ser uma cicatriz...daquelas que nos lembram a coragem que tivemos em determinada altura da vida. E aí? Nessa altura estamos prontos para um novo amor...um daqueles, esperámos nós ” tinha que ser”. Às vezes são os mais improváveis outras vezes os mais previsíveis. Mas para serem AMORES, têm que ser, têm que ter uma razão de existir.
Infelizmente, também nos cruzamos com os outros. Aqueles que nos enganam, aqueles em que nos deixamos enganar, mesmo que tudo pareça contra, mesmo que padeçam de uma razão de existir. Continuamos a alimentá-los na esperança vã, que durem, que consigam sobreviver, que talvez tenham futuro, mesmo quando a nossa cabeça diz que não e mais tarde o coração também, existe, ainda assim, uma parte de nós, que quer lutar.
Mas, às vezes os maiores vencedores, são os que reconhecem a derrota. Percebemos então que foi em vão. Acabamos sempre por o reconhecer, mais tarde ou mais cedo. Nestas alturas, o que nos ajuda são os outros amores, aqueles grandes, a que chamamos amizade, que são doutro tipo, mas que nos suportam. Nos momentos, em que estamos carregados de pedras, é bom aceitar a ajuda para dividir o seu peso, levá-las para longe, lá longe...onde acabaremos por construir um castelo e encontrar um amor com razão de ser.
Dedicado a alguém muito especial, que para além do castelo, vai receber um dia, um Arco Íris. Muitos beijinhos.
Angie***
Males de Amor. Quem não os tem? Toda a gente que já viveu, todos nós que ainda estamos vivos. Mas que também sofremos e às vezes não é pouco.
Muitas vezes, sofremos a rejeição e nessas alturas, em que a dor nos toma os dias e as horas, perguntamo-nos: Porquê? Porque não? O que fiz, o que o outro fez, qual a conjuntura, terá sido o timing? O clima? A minha personalidade? O que fiz de mal, onde errei? Fui a vítima, ou pelo contrário o culpado(a)?
Talvez nada disto. Aconteceu assim. Existiu uma única razão de ser: Não tinha que ser. É o destino, o Fado, ou qualquer outro nome ou adjectivo, mas o fim último é o mesmo. Não deu certo. Não foi desta vez.
Não faz mal, ou melhor faz. Dói, mas passa. Sempre passa. Um dia, não sabemos bem quando, ou onde, deixa de doer. Passa a ser uma cicatriz...daquelas que nos lembram a coragem que tivemos em determinada altura da vida. E aí? Nessa altura estamos prontos para um novo amor...um daqueles, esperámos nós ” tinha que ser”. Às vezes são os mais improváveis outras vezes os mais previsíveis. Mas para serem AMORES, têm que ser, têm que ter uma razão de existir.
Infelizmente, também nos cruzamos com os outros. Aqueles que nos enganam, aqueles em que nos deixamos enganar, mesmo que tudo pareça contra, mesmo que padeçam de uma razão de existir. Continuamos a alimentá-los na esperança vã, que durem, que consigam sobreviver, que talvez tenham futuro, mesmo quando a nossa cabeça diz que não e mais tarde o coração também, existe, ainda assim, uma parte de nós, que quer lutar.
Mas, às vezes os maiores vencedores, são os que reconhecem a derrota. Percebemos então que foi em vão. Acabamos sempre por o reconhecer, mais tarde ou mais cedo. Nestas alturas, o que nos ajuda são os outros amores, aqueles grandes, a que chamamos amizade, que são doutro tipo, mas que nos suportam. Nos momentos, em que estamos carregados de pedras, é bom aceitar a ajuda para dividir o seu peso, levá-las para longe, lá longe...onde acabaremos por construir um castelo e encontrar um amor com razão de ser.
Dedicado a alguém muito especial, que para além do castelo, vai receber um dia, um Arco Íris. Muitos beijinhos.
Angie***
terça-feira, outubro 02, 2007
As mulheres que lêem... (dedicado às Meninas da Fila da Frente)
No outro dia, li num artigo, que as mulheres que lêem frequentemente assustam os homens. Achei divertida a frase, até ler a justificação da conclusão do estudo
Assustam os homens, porque são curiosas, criativas, mais intuitivas, desenvolvem a inteligência e sobretudo porque se questionam e questionam os senhores do sexo oposto cada vez mais. Ora aí está, o fulcral da questão: os homens, na sua grande maioria (desculpem-me as excepções), detestam perguntas, justificações e sobretudo a intuição que nós mulheres temos desde nascença acerca de histórias mal contadas e resolvidas. Outra coisa, que nos ajuda muitíssimo é a intuição, aquela sensação de que algo não está bem, de que não é bem assim, que nos ajuda a perceber os sinais quase imperceptíveis. Posto isto, segundo o estudo, se as mulheres com estas capacidades, assustam os homens, o que eles querem mesmo é “dondocas” lindas e sedosas, pouco interpelativas. Será?
Eu, infelizmente, acredito cada vez mais. E digo isto após provas dadas de algumas “criaturas” que não são capazes de apostar em mulheres decididas, inteligentes e divertidas, porque são boas demais e continuam a aproveitar as oportunidades mais fáceis. O que se esquecem é que os dias passam e mais cedo ou mais tarde os homens decididos aparecem e “arrebatam” as mulheres de verdade. Quando as ditas “criaturas” acordarem será tarde de mais...
Enquanto mulheres, cabe-nos decidir: Continuamos a ler, a ser inteligentes e intuitivas…o que não nos impede de ser giras e assustar os homens ou então… evitamos não os assustar? A resposta parece óbvia, mas às vezes, até as mulheres mais decididas e fortes ficam “tristes” com a pouca sorte de encontrar sempre estes homens de fraca fibra…
Nesta altura, a sorte das mulheres inteligentes, é que normalmente estão rodeadas de outras também igualmente inteligentes e juntas conseguimos “desmontar” as tristes e cobardes atitudes de alguns homens e aí chegámos a verdadeiras conclusões:
- Nunca vamos perceber os homens;
- O melhor, é nem sequer tentar percebê-los;
- De onde veio a ideia, de que as mulheres é que são complicadas?
Assustam os homens, porque são curiosas, criativas, mais intuitivas, desenvolvem a inteligência e sobretudo porque se questionam e questionam os senhores do sexo oposto cada vez mais. Ora aí está, o fulcral da questão: os homens, na sua grande maioria (desculpem-me as excepções), detestam perguntas, justificações e sobretudo a intuição que nós mulheres temos desde nascença acerca de histórias mal contadas e resolvidas. Outra coisa, que nos ajuda muitíssimo é a intuição, aquela sensação de que algo não está bem, de que não é bem assim, que nos ajuda a perceber os sinais quase imperceptíveis. Posto isto, segundo o estudo, se as mulheres com estas capacidades, assustam os homens, o que eles querem mesmo é “dondocas” lindas e sedosas, pouco interpelativas. Será?
Eu, infelizmente, acredito cada vez mais. E digo isto após provas dadas de algumas “criaturas” que não são capazes de apostar em mulheres decididas, inteligentes e divertidas, porque são boas demais e continuam a aproveitar as oportunidades mais fáceis. O que se esquecem é que os dias passam e mais cedo ou mais tarde os homens decididos aparecem e “arrebatam” as mulheres de verdade. Quando as ditas “criaturas” acordarem será tarde de mais...
Enquanto mulheres, cabe-nos decidir: Continuamos a ler, a ser inteligentes e intuitivas…o que não nos impede de ser giras e assustar os homens ou então… evitamos não os assustar? A resposta parece óbvia, mas às vezes, até as mulheres mais decididas e fortes ficam “tristes” com a pouca sorte de encontrar sempre estes homens de fraca fibra…
Nesta altura, a sorte das mulheres inteligentes, é que normalmente estão rodeadas de outras também igualmente inteligentes e juntas conseguimos “desmontar” as tristes e cobardes atitudes de alguns homens e aí chegámos a verdadeiras conclusões:
- Nunca vamos perceber os homens;
- O melhor, é nem sequer tentar percebê-los;
- De onde veio a ideia, de que as mulheres é que são complicadas?
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