sexta-feira, dezembro 29, 2006

Umas Palavrinhas

Sim, deixo-vos aqui um execerto de Fernando Pessoa, que me foi dado a conhecer por uma pessoa muito especial....
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo e que posso evitar que ela vá a falencia. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e periodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e tornar-se um autor da própria historia. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oasis no recondito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter seguranca para receber uma critica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Obrigada por me fazeres acreditar :) ***
xi - coração
Joaninha

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Porque existem muitos PÁSSAROS AZUIS....

Porque há noites inesqueciveis e momentos que deixam a sua marca...

"A noite que passou,
Trouxe-me um sonho.
Dormi mais para sonhar!
Sonhei que era um pesadelo…
De manhã ia acabar!

Conheci o teu sorriso,
Porque me está no coração…
Corri logo a teu encontro…
E ao estender-te a minha mão.

Sete lágrimas escorreram
Quando eu te abracei
E ao tocar no teu cabelo
Eu imaginei,
Que amanhã
Ao o acordar,
Tu irás voltar

Meu pássaro azul
Tu irás voltar

E corremos mundo fora.
Toda a noite a brincar:
Era eu quem se escondia
E tu eras a encontrar
Sete lágrimas escorreram
[…]"

Por todas a recordações e emoções obrigada pela companhia partenner mais velha =) xi-coração
Joaninha

domingo, novembro 26, 2006

:(


NÃO DEIXES QUE A TRISTEZA DE ONTEM E O MEDO DO AMANHA ATRAPALHEM O TEU DIA DE HOJE!!!!

Beijinhos

PS - Esta a passar um nuvem enorme e cinzenta...:(

Beta

domingo, novembro 19, 2006

Elogio ao AMOR =)


Elogio ao Amor
(Miguel Esteves Cardoso)

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e é mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banançides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Pensem nisto...
Muitas beijoquinhas

Joaninha


sábado, novembro 18, 2006

Felicidade

I'd like to see you, thought I'd let you know
I wanna be with you everyday
Cause I've got a feeling that's beginning to grow
And there's only one thing I can say

I'm ready - to love you
I'm ready - to hold you
I'm ready as I'm gonna be

You left me a long note when you left me here
Told me that love was hard to find
But baby it's easy and I'll make it clear
That there's only one thing on my mind

I'm ready - to love you
I'm ready - to hold you
Baby I'm ready - to love you
I'm ready - to hold you
I'm ready - as I'm gonna be

Obrigado

Beijinhos

Beta

quarta-feira, novembro 15, 2006

;)



Certas derrotas preparam-nos para grandes VITÓRIAS.......:D

Beijinhos

Beta

domingo, novembro 05, 2006

O tempo



Seja lá o que isto quiser dizer...

Beijinhos

sábado, novembro 04, 2006

Gato Fedorento - Falam, falam, falam...

Porque há momentos em que precisamos de parar, nada como nos rirmos....aqui fica para que se possam rir também.
Muitas beijoquinhas Joaninha


sexta-feira, novembro 03, 2006

Afinal o que é a Beleza?

Este video faz nos pensar.....

Afinal o que é a Beleza? Não poderemos desta forma sermos todos perfeitos e bonitos? Será a beleza exterior assim tao importante, quando num instante a modificamos?

http://www.campaignforrealbeauty.com/home_films_evolution_v2.swf

Beijinhos

Beta

domingo, outubro 29, 2006

Um Amor Infinito...

O que aqui deixo(traduz bem aquilo que senti) é da autoria da minha amiga e colega Vanessa Pantaleão que comigo vivenciou a experiencia do que é passar pela Pediatria do IPO...
"“Finalmente penetrou na minha cabeça dura. Esta vida – este momento – não é um ensaio geral. É a própria vida!”F.knebel.
Por mais anos que se preencha embrenhado em letras soltas, nada nos ensina mais que a própria vida. Até aqui nenhuma novidade, pelo menos para alguns, eu é que teimo em espantar-me cada vez que diagnostico novas asas, dentro deste sempre voo.E desta, a regra manteve-se, pois para excepção já me chega – existir.Escolhi como mote a vida, não como ensaio geral, mas como peça de instantes perenes. Principalmente porque sinto que seguimos adiando viver tal como desejamos, correndo o risco de nos esquecemos de o fazer!Era ainda bem cedo quando escolhemos o quadrado 7, o elevador cumprindo o seu trabalho embalou-nos ate lá e foi num silêncio a três vozes, que entramos. Em nós, apenas uma certeza, Instituto Português de Oncologia, piso 7, Pediatria.Naquela noite tudo me tinha passado pela cabeça, antes de acordar para aquele mundo, tinham-me dado sumariamente os (poucos) conhecimentos clínicos do que nos esperava, tinham tido a “delicadeza” de me alertar que ali era demasiado diferente... tinha tudo menos a realidade.A Maria, porque todas as meninas cabem neste nome, tinha um sorriso sereno, gostava de pintar, e de cor-de-rosa (como todas a flores). Aquele era o seu mundo há já algum tempo, pertencia-lhe, era o palco onde crescia cada dia mais, onde tinha muitas das pessoas que faziam parte da sua história, onde aprendera a ser feliz. Um dia disse-nos que estava cansada, que tinha saudades de correr, de sentir o mar e de ver pássaros diferentes dos aviões, e teve alta. Num outro dia voltou para se despedir. Tenho bem presente o momento...“ Já não tenho medo de morrer!” Aquele quarto deixou o peso do silêncio, para abraçar a paz da realidade.É de amor ....é de histórias de amor que se vive no IPO. Do amor de criar, do amor de cuidar, do amor de viver.Lembro-me de no primeiro dia uma frase me ter trespassado. “Aqui temos de estar com as crianças quando chegam, sem sabermos muito bem o que lhes espera, estamos com elas aquando o diagnóstico, permanecemosdurante o tratamento, continuamos com elas quando vão para casa ou quando partem e muitas das vezes continuam connosco mesmo depois de partirem.”Em cada um dos quartos há mil sonhos a cumprir, são crianças, são mundos novos a cada dia que por si só são histórias intermináveis. E são vidas iguais a tantas outras que acompanham essas histórias. Com uma diferença, nós escolhemos estar ali, eles “foram escolhidos”...Resta-me agradecer, às pessoas que todos os dias pressionam o quadrado 7 e não deixam descolorir nenhuma historia, nenhuma vida...Às histórias que passaram também a fazer parte da minha. Aos meninos que me tem contaminado, a cada lagrima, a cada gargalhada, em todos os gestos com esse Amor Infinito... Á Maria – que hajam muitos pássaros diferentes de aviões, para onde quer que tenhas voado!Obrigada...
P.s: Porque todas as princesas são eternas...até sempre!"
Obrigada por vocês terem feito parte =) Não me canso de ler e de recordar....
Muitas beijocas
Joaninha

terça-feira, outubro 24, 2006

"A minha espectacularidade!"



Porque há dias em que precisamos de ver coisas assim para animar a alma!!!

Beijinhos a todos

Beta

domingo, outubro 22, 2006

A simplicidade da Vida...será?

"Quando uma porta se fecha abre-se outra; tantas vezes olhamos tão longamente e com tanto pesar para a porta fechada que não vemos as que estão abertas para nós"
Alexander Graham Bell (1847 - 1922)
Pensem nisto...
Joaninha

segunda-feira, outubro 09, 2006

You have a message

Rever ontem na TV o filme "Você tem uma mensagem" foi bastante agradável. E deixou -me a pensar: Será que a história se pode reproduzir na realidade? Afinal não deve ser tão dificil , neste mundo dos msn's, dos Hi5's, dos blog's....
A verdade é que agrada-me a ideia de poder conhecer alguém via "troca de msg" acerca de (inicialmente) trivialidades, como a literatura (no filme)..., e a partir daí, conhecer alguém mais profundamente e quem sabe, até encontrar quem procuramos durante toda a vida.
Mas será que isto é realmente possível? Se calhar até já aconteceu e eu não sei LOLOL

Beijinhos

Beta

PS - "You have a message" :)

sábado, outubro 07, 2006

Ninguém se cruza por acaso...

E cada pessoa com a qual nos encontramos de alguma forma significativa, pelos variados caminhos por onde a vida nos vai levando, tem um determinado potencial para nos convidar a fixar o nosso olhar nela. Ou seja, mais do que ve-la a ela, olhar para aquilo que, atraves dela, podemos trabalhar em nós.
" No decorrer desta caminhada há pessoas que, entrando na nossa vida apenas de raspão podem deixar-nos algo que, um dia frutificara. Outras há que, ora aparecendo ora desaparecendo, a certa altura, ao irromperem, podem revelar-nos uma corrente, afinal nunca quebrada. Qualquer que seja a sua duração de tempo, um encontro ou um desencontro que nos altere o ritmo do andamento nunca acontece por acaso. Ao levarem-nos quer a acelerar o passo, quer a abranda-lo, podem contribuir para que caminhemos pela vida fora cada vez mais inteiros. São, nestes relacinonamentos, que mergulhamos profundamente um no outro. Mesmo que, a certa altura, as palavras mutuamente que dizemos deixem de ser palavras de vida, ficando então um vazio que ja em si existia, mas cuja fundura ainda não era consciente. E apartir deste conforto de cada um com esse vazio que em si mesmo existe - e da consciencia de que só por poder haver um relacionamento pode-se dizer que estamos vivos, indepndentemente de desafios, oscilações, perdas a que a vida, no seu movimento nos sujeite."
Pensem nisto...
Joaninha**

quarta-feira, outubro 04, 2006

Qualquer saída é uma entrada para outro lado

"Confesso que me agradam os pensamentos Zen e, de entre eles, destaco o que dá título a este texto e que se deve a Tom Stoppard, talvez porque transmite uma ideia de continuidade e, também, de esperança. Ou seja, o que ele nos diz é que, mesmo quando decidimos fechar uma porta, encerrar um capítulo na nossa vida, é importante mantermos bem presente a ideia que, sendo uma decisão difícil, é também necessária, pois só assim haverá lugar para o surgimento de novas oportunidades. De nada vale deixar que o quotidiano seja pontuado com reticências. Só através de pontos finais se podem dar inicio a novas frases e, também, a novos ciclos de vida possivelmente mais felizes.
Adiar decisões é sinónimo de fraqueza e de falta de maturidade. É querer manter um pé em terra firme e, ao mesmo tempo, desejar saltar dali para fora. Claro está que esta estratégia não resulta, e só provoca um crescente desconforto interno. Depois de tomada a decisão, pode até haver um período de autêntica travessia no deserto mas, apesar do caminho ser penoso, importa acreditar que o que nos espera é algo de bom e é aí que reside a esperança. O povo costuma dizer, “enquanto há vida, há esperança”. A ideia oposta é, a meu ver, muito mais real…isto é, “enquanto há esperança, há vida”.
A esperança constitui uma energia interna que cresce a cada momento e que nos torna capazes de derrubar muros que considerávamos intransponíveis. Mas não se pode confundir esperança, com passividade. Nada disso! Quem espera que as coisas lhe caiam do céu sem ter de se esforçar, não se encontra movido pela esperança. Acredita simplesmente na sorte e deixa-se andar. A este propósito, recordo sempre quando trabalhei com doentes terminais e era notória a diferença entre aqueles que mantinham a esperança de uma cura, e os outros que já tinham desistido de lutar. O estado clínico podia ser o mais grave possível mas, contra todos os vaticínios, havia algo inexplicável pela ciência que os mantinha vivos. Continuavam a luta procurando saídas, indo para lá do que o cansaço permitia, combatendo lado a lado com o desespero e a dor. A esperança é isso mesmo. Materializa-se numa luzinha que se acende ao fundo do túnel e nos ajuda a enfrentar os quotidianos penosos, a acreditar que qualquer saída é mesmo uma entrada para outro lado.. que o dia que amanhece pode ser mais brilhante que o anterior, que o amor se pode encontrar ao virar da esquina quando menos esperamos. É algo irracional, ilógico…..uma espécie de fé inabalável que, quando existe, nos mantém vivos!"
by T.P.M.

sábado, setembro 30, 2006

Ser Feliz =)

Ser feliz por momentos é algo de que não devemos ter vergonha. Momentos que o fim torna ridiculos.
Mas a felicidade, como o amor, é um sentimento ridículo. Mas que só, é ridicula quando vista de fora.
Assim, a felicidade é um sentimento que, no seu presente fugaz, é mais forte do que todas as sombras, todos os lugares frios, todos os arrependimentos...
Pensem nisto...
Joaninha

quinta-feira, setembro 28, 2006

É isto a Vida!

"O coração tem mil formas de se despedaçar, mas é como se tivesse só uma. Uma única. Porque a dor é a mesma e não muda, não se transforma. Quando sofremos é como se o coração se partisse em mil pedaços e se apartasse do nosso corpo ao mesmo tempo, deixando-nos sem ar, sem força para viver, sem nada. As dores do amor, da desilusão, todas as dores do mundo acabam ali. Um aperto no peito e depois uma explosão. Uma e outra e outra vez. Talvez a vida endureça o coração. Talvez Deus nos tenha dado a capacidade de sobreviver àquilo que muitas vezes parece ímpossivel, só para percebermos que efectivamente podemos reconstruirmo-nos e levantarmo-nos de novo. O ser humano é capaz de coisas surpreendentes. E por vezes tão simples como continuar em frente, como voltar a amar e a acreditar e jurar que é para sempre aquilo que é tão fugidio como areia entre os dedos. A verdade é que ninguém nos preparou para a vida, e não seremos nós que o vamos fazer com os nossos filhos. Dizer o quê? Para quê? Não se pode defender ninguém da vida, todo o tempo. E depois, quem nunca amou, quem nunca chorou e sofreu, nunca será um ser humano completo. Há um preço a pagar por todas as gargalhadas, pelo nascer de cada dia, o beijo trocado, a amizade nos momentos mais difíceis. Há a magia de estar vivo e aprender com todas as dores. É isto a Vida."

Luísa Castel-Branco



E porque a vida é feita disto e de tudo o mais , esperamos poder aqui trocar ideias, pensamentos ......e tudo o que sonhamos e nos faz acreditar que vale a pena lutarmos pela felicidade!! :)

Beijinhos

Beta e Joana